
Ah! Num rosto repleto de mil mapas,
Mais uma linha forte se desdobra...
Diante do passado de vis tapas,
O joelho se prostra, a vida dobra...
Oh! No tempo de plumas e mais capas
O sonho deslizava, tímida obra!
Não há mais jóias, reis, nobres e papas
Circulando-te, velha e triste sobra!
Semblante que carrega o mundo austero
E rugas de tantíssimos espinhos...
Contigo o teu destino foi severo...
Pelas linhas pernoitam os caminhos...
Nos lábios vive um gosto tão sincero...
São passados trilhando assim sozinhos...